Eleições 2026: confira os principais resultados, eleitos e disputas pelo país

Eleitores foram às urnas em todo o país
O Brasil realizou em 4 de outubro o primeiro turno das Eleições 2026. Mais de 158 milhões de brasileiros estavam aptos a votar, com um dos levantamentos apontando cerca de 158,7 milhões de eleitores habilitados.
A votação ocorreu em todo o território nacional e teve como referência o horário de Brasília, entre 8h e 17h. Nos locais com fusos diferentes, os horários foram adaptados para que o período de votação correspondesse ao mesmo intervalo oficial.
Além da escolha para a Presidência da República, os eleitores votaram para governador nos 26 estados e no Distrito Federal, deputado federal, deputado estadual ou distrital e duas vagas para o Senado.
Nesta eleição, 54 cadeiras do Senado estavam em disputa, correspondendo a dois terços do total da Casa.
Na corrida pelo Palácio do Planalto, 12 chapas chegaram ao pleito com registros deferidos pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Presidência será decidida no segundo turno
Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram apontados como os dois nomes classificados para a etapa decisiva da eleição presidencial.
O segundo turno está previsto para 25 de outubro.
Na atualização divulgada às 21h03, 97,84% das urnas já estavam apuradas. Flávio aparecia com 47,37% dos votos válidos, enquanto Lula somava 44,76%.
O material de referência não apresenta a quantidade absoluta de votos recebidos pelos candidatos nessa parcial e também não traz o resultado presidencial após a conclusão integral da apuração.
Após a definição da nova rodada, Lula afirmou que esperava resolver a disputa já no primeiro turno. O presidente disse que buscaria ampliar o diálogo com a população e reforçar a defesa da continuidade de seu governo.
Em suas declarações, Lula mencionou temas como ciência, tecnologia, minerais estratégicos, terras raras e expansão da capacidade industrial brasileira.
Flávio Bolsonaro avaliou que o resultado demonstrava uma vontade de mudança entre parte significativa do eleitorado. Ele afirmou que um mandato seria suficiente para enfrentar problemas do país e apresentou a disputa como uma oportunidade para retirar o PT do comando do governo federal.
As avaliações acima correspondem às declarações dos próprios candidatos após o resultado.
A evolução da disputa presidencial
| Apuração | Flávio Bolsonaro | Lula | Augusto Cury | Ronaldo Caiado | Renan Santos | Romeu Zema |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2,39% | 49,45% | 41,97% | 3,07% | 2,38% | 2,43% | 0,38% |
| 6,00% | 50,51% | 41,08% | 3,03% | 2,37% | 2,42% | 0,33% |
| 9,08% | 50,79% | 40,95% | 3,00% | 2,31% | 2,39% | 0,32% |
| 21,96% | 51,07% | 40,82% | 2,94% | 2,38% | 2,27% | 0,29% |
| 31,90% | 50,74% | 41,14% | 2,94% | 2,38% | 2,28% | 0,28% |
| 47,26% | 50,20% | 41,63% | 2,96% | 2,38% | 2,32% | 0,29% |
| 97,84% | 47,37% | 44,76% | Não informado | Não informado | Não informado | Não informado |
Votação no exterior
Entre os brasileiros que votaram fora do país, Lula aparecia na liderança quando 62,18% das urnas haviam sido contabilizadas.
O petista tinha 52,29% dos votos, seguido por Flávio Bolsonaro, com 38,11%.
Augusto Cury registrava 3,22%, Renan Santos 2,79%, Ronaldo Caiado 1,42% e Romeu Zema 0,99%.
Os números correspondem somente à votação no exterior e não representam o cenário nacional.
Antes da abertura das urnas, o agregador do JOTA projetava Lula com 44,9% e Flávio Bolsonaro com 41,8%.
A chance estimada de encerramento da disputa presidencial ainda no primeiro turno era inferior a 3%.
Essas informações eram projeções eleitorais anteriores à apuração e não resultados oficiais.
Estados com segundo turno citado no levantamento
Amazonas
A eleição para o governo do Amazonas seguirá para uma nova votação entre Omar Aziz (PSD) e Maria do Carmo Seffair (PL), segundo o material analisado.
Com 86,45% das urnas contabilizadas, Omar aparecia com 38,93%.
Maria do Carmo registrava 26%, enquanto Roberto Cidade (União) tinha 21,1%.
Omar Aziz chegou ao dia da eleição liderando as pesquisas. Durante a apuração, a principal disputa se concentrava na segunda posição, entre Maria do Carmo e Roberto Cidade.
Tocantins
Professora Dorinha Seabra (União Brasil) e Vicentinho Júnior (PSDB) foram indicados como os candidatos classificados para o segundo turno no Tocantins.
Dorinha aparecia com 45,91% e Vicentinho tinha 43,56%.
O boletim mais recente citado no material não apresenta o percentual de urnas apuradas naquele momento.
Em uma atualização anterior, com 53,88% das urnas contabilizadas, Dorinha registrava 46,62% e Vicentinho, 42,74%.
O conteúdo usado como referência não apresenta uma lista nacional completa dos estados que terão segundo turno. Por isso, Amazonas e Tocantins não devem ser tratados como os únicos casos do país.
Governadores apontados como vencedores no primeiro turno
Pernambuco
Raquel Lyra (PSD) foi anunciada como vencedora da eleição em Pernambuco.
Com 98,96% das urnas contabilizadas, ela tinha 53,25% dos votos.
João Campos (PSB) aparecia com 44,82%.
A disputa já estava matematicamente definida, embora a apuração ainda não tivesse chegado a 100%.
São Paulo
Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi apresentado como reeleito com 62,85% dos votos.
Fernando Haddad (PT) registrava 36,22%.
O trecho analisado não informa a porcentagem de urnas contabilizadas nessa atualização.
A reportagem também avaliava que o resultado poderia ampliar a projeção nacional de Tarcísio e fortalecer uma eventual candidatura presidencial em 2030.
Esse ponto corresponde a uma interpretação política da cobertura.
Goiás
Daniel Vilela (MDB) foi apontado como vencedor em Goiás, com 58,82% dos votos.
Wilder Morais (PL) tinha 22,25%, Luis Cesar Bueno (PT) aparecia com 9,74% e Marconi Perillo (PSDB), com 8,82%.
A apuração estava em 90%.
Daniel Vilela era vice de Ronaldo Caiado e assumiu o governo estadual em março, depois que Caiado deixou o cargo para disputar a Presidência.
Sergipe
Fábio Mitidieri (PSD) aparece no levantamento como reeleito governador de Sergipe.
Com 92,2% das urnas apuradas, o material informa 69,02% para Mitidieri e 37,59% para Valmir de Francisquinho (Republicanos).
Há, no entanto, uma inconsistência nos números, já que a soma dos dois percentuais ultrapassa 100%.
Por essa razão, os dados precisam ser conferidos antes de serem utilizados como resultado definitivo.
Santa Catarina
Jorginho Mello (PL) foi anunciado como vencedor da disputa em Santa Catarina.
Com 83% das urnas contabilizadas, ele aparecia com 68%.
Gelson Merísio (PSB), que recebeu apoio de Lula, estava na segunda colocação. João Rodrigues (PSD) aparecia em terceiro.
A cobertura indicava vantagem superior a 54 pontos percentuais para Jorginho sobre Merísio, mas não apresentava nesse trecho os números individuais dos dois adversários.
Rio Grande do Sul
Luciano Zucco (PL) foi apresentado como eleito no Rio Grande do Sul.
Quando 90,25% das urnas estavam apuradas, Zucco tinha 57,86%.
Juliana Brizola (PDT) aparecia com 31,89%.
Em atualização anterior, com 51,18% da apuração, os números eram 58,93% para Zucco e 30,98% para Juliana.
Rondônia
Marcos Rogério (PL) foi apontado como vencedor da eleição para governador de Rondônia.
Com 92% das urnas contabilizadas, ele tinha 57,15%.
Adailton Furia (PSD) registrava 18,91%.
Marcos Rogério recebeu o apoio político de Flávio Bolsonaro durante a disputa.
Delegado Camargo (Podemos) é citado como vice da chapa.
Segundo o levantamento, a posse estaria prevista para 6 de janeiro, para um mandato de quatro anos.
Mato Grosso
Otaviano Pivetta (Republicanos) foi anunciado como vencedor da corrida pelo governo de Mato Grosso.
Com 87% das urnas apuradas, ele somava 61%.
Wellington Fagundes (PL) aparecia com 23% e Natasha Slhessarenko (PSD), com 15%.
Gisela Simona (União Brasil) é citada como vice da chapa vencedora.
Natasha recebeu apoio do presidente Lula, e a reportagem tratou o resultado como uma derrota da candidatura apoiada pelo petista no estado.
Roraima
Arthur Henrique (PL) foi apontado como vencedor em Roraima.
Com 85% das urnas contabilizadas, ele aparecia com 68,99%.
Soldado Sampaio (Republicanos) tinha 29,43%.
Haroldo Cathedral (Novo) é citado como vice.
Arthur Henrique também havia vencido uma eleição suplementar realizada em junho, quando obteve 60,87% dos votos.
Segundo o material, aquela votação ocorreu após a cassação de Edilson Damião (Republicanos), relacionada ao uso da máquina pública durante a campanha de 2022.
Piauí
Rafael Fonteles (PT) foi apresentado como reeleito no Piauí.
Com 63,28% das urnas contabilizadas, Fonteles aparecia com 69,38%.
Joel Rodrigues (PP) registrava 28,85%.
Washington Bandeira (PT) é citado como vice.
Paraíba
Lucas Ribeiro (PP) foi anunciado como vencedor na Paraíba.
Com 87% das urnas apuradas, ele tinha 64,33%.
Efraim Filho (PL) aparecia com 24,4%, enquanto Cícero Lucena (MDB) registrava 10,78%.
Segundo o material, Lucas Ribeiro assumiu o governo estadual em abril, depois que João Azevêdo (PSB) deixou o cargo para concorrer ao Senado.
Ribeiro recebeu apoio de Lula durante a eleição.
Mato Grosso do Sul
Eduardo Riedel (PP) aparece como reeleito governador de Mato Grosso do Sul.
Com 83% das urnas contabilizadas, Riedel registrava 67,3%.
Fábio Trad (PT) tinha 23,04%.
Estados que ainda apareciam com resultados parciais
Pará
Com 42,12% das urnas contabilizadas, Dr. Daniel (Podemos) liderava com 52,77%.
Hana Ghassan (MDB) aparecia com 44,06%.
Em uma parcial anterior, com 22,14% das urnas apuradas, Dr. Daniel tinha 51,89%, contra 44,20% de Hana.
Espírito Santo
No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) tinha 49,96% quando 25,82% das urnas estavam contabilizadas.
Ricardo Ferraço (MDB) aparecia com 35,63% e Helder Salomão (PT), com 13,45%.
Distrito Federal
Celina Leão (PP) liderava a corrida pelo governo do Distrito Federal com 49,55%.
Leandro Grass (PT) aparecia com 34,72%.
A apuração estava em 71,46%.
Paraná
Sergio Moro (PL) aparecia com 50,11% dos votos no Paraná.
Sandro Alex (PSD) tinha 24,87% e Requião Filho (PDT), 23,88%.
Naquele momento, 37,59% das urnas estavam apuradas.
Minas Gerais
Em Minas Gerais, o conteúdo apresenta uma projeção do Datafolha indicando vitória de Cleitinho (Republicanos) ainda no primeiro turno.
Não há, porém, dados oficiais da apuração no trecho que confirmem essa previsão.
O Datafolha também havia projetado vitórias de Jorginho Mello, Pivetta, Tarcísio, Zucco e Rafael Fonteles, posteriormente anunciadas pela cobertura.
Os números parciais desses estados não são suficientes, por si só, para confirmar oficialmente vitória ou realização de segundo turno.
Senado: principais resultados citados
Santa Catarina
Carol De Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) foram apresentados como eleitos para o Senado por Santa Catarina.
Com 93,84% das urnas contabilizadas, Carol tinha 2.522.316 votos, equivalentes a 33,43%.
Carlos Bolsonaro somava aproximadamente 1,9 milhão de votos, ou 25,21%.
Distrito Federal
Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL) foram anunciadas como eleitas para o Senado pelo Distrito Federal.
Na atualização mais recente citada, mais de 90% das urnas estavam contabilizadas.
Michelle tinha aproximadamente 899 mil votos, equivalentes a 28,99%.
Bia Kicis aparecia com cerca de 850 mil votos, ou 27,41%.
Em parcial anterior, com 93% das urnas contabilizadas, Michelle registrava 28,97% e Bia, 27,38%.
Mato Grosso do Sul
Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL) foram anunciados como eleitos para o Senado.
Com 84,59% da apuração concluída, Azambuja aparecia com 34,62%.
Capitão Contar tinha 33,41%.
Projeção do novo Senado
Uma projeção produzida pelo JOTA PRO Poder em 3 de outubro estimava que 29 das 54 cadeiras em disputa seriam conquistadas por partidos classificados como de direita.
Outras 14 ficariam com legendas associadas à esquerda e 11 com partidos considerados de centro.
Em outra classificação utilizada pelo levantamento, a estimativa apontava 25 senadores governistas, 24 integrantes da oposição e cinco parlamentares de perfil misto.
Os números eram previsões anteriores ao encerramento da eleição e não representam a composição definitiva da Casa.
Câmara dos Deputados
Nikolas Ferreira (PL) e Lucas Pavanato (PL) aparecem no levantamento como os candidatos a deputado federal mais votados da história brasileira.
Nikolas, candidato à reeleição por Minas Gerais, somava 3.094.237 votos quando 98,74% das urnas estavam contabilizadas.
Lucas Pavanato, disputando pela primeira vez uma vaga na Câmara, registrava 3.035.501 votos com 99,95% da apuração concluída.
Juntos, os dois ultrapassavam seis milhões de votos.
A referência anterior mencionada pela cobertura era Eduardo Bolsonaro, eleito deputado federal por São Paulo em 2018 com 1.843.735 votos pelo PSL.
O trecho analisado não especifica o estado pelo qual Lucas Pavanato concorria.
Campanha e repercussão política
A cobertura sobre Lula enfatiza sua busca pela reeleição, a experiência acumulada ao longo da carreira política e a defesa dos resultados de seu governo.
Entre os temas apontados como dificuldades para sua campanha aparecem as fraudes envolvendo o INSS, o caso Banco Master e episódios de tensão relacionados ao Supremo Tribunal Federal.
A informação de que essa teria sido a sexta candidatura presidencial de Lula precisa ser conferida antes de ser reproduzida.
Já o perfil de Flávio Bolsonaro destaca sua trajetória como senador pelo Rio de Janeiro e sua escolha por Jair Bolsonaro para representar o grupo político na disputa presidencial.
O material também menciona divergências familiares e partidárias, dificuldades na formação de alianças e investigações ligadas ao caso Master.
Também há referências à prisão de Jair Bolsonaro.
Esses pontos fazem parte do conteúdo utilizado como base e não foram verificados individualmente nesta versão.
Entre os demais presidenciáveis, Ronaldo Caiado (PSD) é apresentado como político experiente em sua segunda tentativa de chegar à Presidência.
Romeu Zema (Novo) adotou críticas ao STF como parte de sua campanha.
Renan Santos (Missão) aparece como fundador do MBL, enquanto Augusto Cury (Avante) é descrito como escritor e psiquiatra em sua estreia eleitoral.
Lula votou por volta das 9h15 em São Bernardo do Campo.
O presidente estava acompanhado de Geraldo Alckmin, Fernando Haddad, Marina Silva e Simone Tebet.
Após votar, Lula falou sobre participação popular e também fez críticas políticas, incluindo referências ao caso Master.
Mais tarde, apoiadores, jornalistas e observadores internacionais se concentraram no Hotel Renaissance, em São Paulo.
Fernando Haddad inicialmente acompanharia a apuração no Hotel Meliá Paulista.
Edson Fachin, citado como presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, votou em Brasília acompanhado da esposa, Rosana.
Fachin destacou a importância do voto como instrumento de cidadania, liberdade e soberania popular e citou desafios nacionais relacionados a saúde, educação, infraestrutura e segurança.
Casos envolvendo a Justiça Eleitoral
Deltan Dallagnol
Segundo o material, Nunes Marques suspendeu uma decisão que impedia Deltan Dallagnol de concorrer ao Senado pelo Novo no Paraná.
A medida permitiu a participação do candidato e a contabilização dos votos até que o TSE analisasse o caso de forma colegiada.
O levantamento não apresenta uma data para esse julgamento nem trata a situação como definitivamente resolvida.
Site com “cola” eleitoral
O Ministério Público Eleitoral pediu ao TSE a retirada de uma página que permitia ao eleitor montar uma espécie de cola para a votação.
Segundo o material, Flávio Bolsonaro e outros candidatos identificados com a direita já apareciam previamente selecionados.
O conteúdo informa a existência do pedido, mas não apresenta uma decisão definitiva da Justiça Eleitoral.
Romeu Zema
Romeu Zema entrou na cabine de votação em Araxá portando um celular, segundo o levantamento.
O candidato afirmou que não havia sido alertado sobre a proibição e negou ter registrado ou fotografado seu voto.
A reportagem relaciona o episódio às regras eleitorais e cita a Resolução 23.751/2026.
A referência normativa precisa ser confirmada antes de eventual republicação como informação jurídica definitiva.
Flávio Bolsonaro
A cobertura relata ainda que Flávio Bolsonaro teria feito pedido de votos para sua candidatura após votar em Vila Isabel, no Rio de Janeiro.
O episódio é relacionado às limitações de propaganda e pedidos de voto nos locais de votação durante o dia da eleição.
O material não informa condenação, penalidade ou decisão judicial relacionada ao caso.
Polícia Federal divulga balanços da eleição
Até as 9h, a Polícia Federal havia instaurado três inquéritos, registrado seis termos circunstanciados e conduzido 28 pessoas.
O valor total de apreensões chegava a R$ 57.379 entre dinheiro, bens e outros valores.
Desse montante, R$ 34.228 eram em espécie.
Foram registradas ocorrências na Bahia, Minas Gerais, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, Paraíba e Distrito Federal.
Em novo balanço, referente às 12h30, 59 pessoas já haviam sido conduzidas.
O total apreendido chegava a R$ 789,8 mil, sendo R$ 383,6 mil em dinheiro.
As ocorrências atingiam 18 estados e o Distrito Federal.
Entre os casos investigados estavam propaganda eleitoral irregular e suspeitas de corrupção eleitoral, sobretudo compra de votos.
Os balanços representam momentos diferentes do mesmo acompanhamento e, portanto, não devem ser somados.
Sobre uma possível interferência estrangeira no processo eleitoral, o ministro Wellington César Lima e Silva afirmou que as informações deveriam ser analisadas com cautela.
A Polícia Federal avaliava uma representação enviada pela Advocacia-Geral da União à Diretoria de Inteligência Policial.
Nunes Marques e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmaram que não existiam naquele momento indícios concretos de uma ameaça efetiva.
O conteúdo também menciona a suspensão temporária de serviços diplomáticos dos Estados Unidos e da Austrália por motivos de segurança.
Mais de 320 mil agentes das forças federais, estaduais e municipais participaram do esquema de segurança das eleições.
Troca de urnas e andamento da votação
Ao todo, 499.248 urnas eletrônicas estavam em funcionamento no país.
Outros 68.912 equipamentos permaneciam disponíveis para situações de contingência.
Ao longo do dia, a Justiça Eleitoral divulgou diferentes balanços relacionados à substituição de urnas.
Até as 10h, haviam sido trocados 421 equipamentos.
No começo da tarde, o total chegou a 1.121.
Até as 15h30, eram 1.544 substituições.
Segundo a cobertura, nenhuma seção eleitoral precisou recorrer à votação manual.
São Paulo tinha o maior número absoluto de equipamentos substituídos, com 299 trocas.
O Rio de Janeiro aparecia em seguida, com 185, enquanto o Paraná registrava 177.
Em termos proporcionais, eram citados 0,59% no Paraná, 0,51% em Sergipe e 0,50% em Santa Catarina.
Entretanto, há diferenças matemáticas nos dados divulgados.
A troca de 1.544 urnas entre 499.248 equipamentos representa aproximadamente 0,31%, embora o conteúdo cite 0,28%.
O material ainda informa 971 trocas em seções exclusivamente biométricas e 535 nas demais.
A soma chega a 1.506, e não às 1.544 substituições mencionadas no total.
Também existe diferença no primeiro balanço: 421 urnas correspondem a aproximadamente 0,084% de 499.248, e não aos 0,07% citados.
Por isso, os números devem passar por nova conferência antes da publicação como dados definitivos.
Depois do encerramento da votação, cada urna eletrônica gera seu Boletim de Urna.
Os resultados são transmitidos para a Justiça Eleitoral, enquanto a contabilização dos votos registrados na própria urna acontece automaticamente.
Quem estivesse na fila até o encerramento oficial continuava com o direito de votar.
Horários de votação pelo país
A referência nacional foi o horário de Brasília, das 8h às 17h.
Devido aos fusos horários, algumas regiões seguiram horários locais diferentes.
Em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima, a votação aconteceu entre 7h e 16h.
No Acre, as urnas funcionaram das 6h às 15h.
Na maior parte do Amazonas, o período foi das 7h às 16h.
Em 11 municípios amazonenses, a votação aconteceu entre 6h e 15h.
Fernando de Noronha teve votação entre 9h e 18h.
Apesar das diferenças nos relógios locais, todos os períodos correspondiam ao mesmo intervalo das 8h às 17h pelo horário de Brasília.
Ordem de votação na urna
A sequência indicada no material foi:
Deputado federal;
Deputado estadual ou distrital;
Primeiro voto para senador;
Segundo voto para senador;
Governador;
Presidente da República.
O conteúdo informa que, se o eleitor repetisse o mesmo candidato nas duas escolhas para o Senado, o segundo voto seria considerado nulo.
Justificativa eleitoral
O eleitor que não comparecesse poderia justificar sua ausência utilizando o aplicativo e-Título ou de maneira presencial.
De acordo com o material, quem não fizesse a justificativa no dia teria até 3 de dezembro de 2026 para regularizar a ausência referente ao primeiro turno.
A justificativa precisa ser realizada separadamente para cada turno.
Também são mencionadas multas e restrições associadas à falta de quitação eleitoral.
O levantamento cita ainda a possibilidade de cancelamento do título depois de três turnos consecutivos sem comparecimento ou justificativa.
As orientações reproduzem o conteúdo de referência e não substituem uma consulta atualizada às regras da Justiça Eleitoral.
Denúncia de irregularidades
O aplicativo Pardal aparece como um dos canais disponíveis para comunicar possíveis irregularidades de campanha.
O material também menciona o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral, o Siade, utilizado em situações relacionadas à integridade do processo eleitoral.
O que acontece com votos brancos e nulos?
Os votos brancos e nulos ficam fora do cálculo dos votos válidos utilizado para determinar o resultado das eleições.
Mesmo que representem uma parcela elevada da votação, eles não provocam automaticamente o cancelamento do pleito.
Nas eleições majoritárias que exigem maioria absoluta, uma nova votação pode ocorrer quando nenhum dos candidatos alcança o percentual necessário no primeiro turno.